segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Limoeiro: escola fechada alcança melhor nota da rede estadual no IDEB



A Escola Estadual Padre Nicolau Pimentel fechou suas portas no início deste ano. Unidade da rede estadual de ensino, o tradicional “Estadual de Limoeiro” viu ser colocado um ponto final numa história de muitas glórias e conquistas. A Gerência Regional de Educação Vale do Capibaribe (GRE) justificou o fechamento, alegando número insuficiente de matrículas. Os alunos e professores foram reordenados para outras unidades de ensino do município. Mas o fato curioso é que a escola alcançou na última avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), referente ao nono ano, a meta projetada para 2021.
De acordo com o Ministério da Educação, a meta projetada para 2015 foi 3,4. Já para 2021 seria 4,3. Mas o Estadual chegou a 4,5. Proporcionalmente, a escola que teve as portas fechadas alcançou a maior nota dentre aquelas que integram a rede estadual em Limoeiro. No recente resultado divulgado pelo IDEB, no município, a Escola Professora Jandira de Andrade Lima (CERU) foi a única que não conseguiu atingir a meta. As escolas Professora Suzel Galiza, Ginásio de Limoeiro e Seráfico Ricardo conseguiram superar os números propostos pelo MEC. (Imagem | Divulgação)



BLOG DO AGRESTE

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Limoeiro mantém tradição de polarizar disputa eleitoral desde 2000

A cidade de Limoeiro, neste ano, tem dois candidatos à prefeito: Thiago de Andrade Ferreira Cavalcanti, do PTB, e João Luís Ferreira Filho, do PSB. Mas parece ter virado tradição na cidade a polarização na disputa. Desde 2000, a Princesa do Capibaribe só tem tido dois candidatos - a única exceção nesse período foi 2012, quando três nomes se submeteram ao julgamento popular.

Algo muito diferente das eleições dos anos 90, quando Limoeiro costumeiramente teve três candidatos ou mais.  Em 1992, José Artur Teobaldo venceu uma eleição com cinco candidatos: José Artur, Márcio Albuquerque,  Adauto Heráclio, Virgínia e Hamilton Lima. Quatro anos depois, em 1996, Limoeiro teve três candidatos a prefeito: Luís Heráclio do Rêgo Sobrinho (que foi eleito), Orlando Jorge Pereira de Andrade Lima e José Xavier Quirino.

Mas a partir de 2000, tem sido tradição para a cidade ter apenas dois candidatos. Em 2000, Luís Heráclio foi o primeiro prefeito a ter direito de disputar uma reeleição. Por outro lado, a oposição apresentou o nome de Ricardo Teobaldo Cavalcanti. E assim, a cidade seguiu com dois candidatos. Luís Heráclio venceu a eleição e se tornou o primeiro prefeito reeleito da história de Limoeiro.

Em 2004, novamente, uma eleição com apenas dois candidatos. Luís Heráclio - que não podia mais disputar - apresentou o nome de seu ex-secretário de Saúde, Luís Raimundo Medeiros Duarte, e a oposição tentou mais uma vez com Ricardo Teobaldo Cavalcanti. Luís Raimundo tinha sido excelente secretário de Saúde, além de ser filho de João Duarte - prefeito eleito em 1959 que morreu antes de assumir o mandato -. Ricardo Teobaldo, ao contrário de 2000, tinha um mandato em mãos. Era deputado estadual, eleito em 2002, enquanto quatro anos antes não tinha mandato algum. Ricardo estava mais forte que 2000 na disputa, mas mesmo assim, Luís Raimundo foi eleito.

Em 2008, Luís Raimundo poderia disputar a reeleição, mas abdicou. Ricardo Teobaldo Cavalcanti surgiu mais forte ainda na disputa. O grupo de oposição era muito forte, envolvendo nomes do PSDB, PT, PCdoB, PSB, PR, PTB, PMDB, entre vários outros. Alguns até diziam que naquele ano Limoeiro teria candidatura única. Mas José Higino Correia de Oliveira Neto, do PR, desligou-se do grupo e lançou sua candidatura a prefeito. Ricardo Teobaldo foi vitorioso nessa eleição.

Em 2012, foi a única exceção. Limoeiro teve mais de duas candidaturas. Inicialmente, concorreriam Ricardo Teobaldo (Então no PSDB), Joãozinho (PSB), Dr. Barbosa (PSC) e Isaac Manacés (Então no PMDB). Mas Isaac desistiu da disputa durante a campanha e a cidade ficou com três candidatos. Ricardo foi reeleito.

Em 2016, novamente, Limoeiro conta com apenas dois candidatos. Essa é a quarta eleição desde 2000 que isso acontece. Falta de opção de nomes? Grupos fortes demais? Qual seria a explicação?

Para fazer um comparativo, basta dizer que João Alfredo tem 3 candidaturas registradas; Bom Jardim tem 4 candidaturas; Orobó tem 3 candidaturas; Machados tem 3 candidaturas. Falando em cidades do mesmo porte, leia-se que Carpina tem 5 candidatos e Surubim tem 3 candidatos. Aqui na região, além de Limoeiro, as cidades que tem 2 candidatos são: Lagoa do Carro, Feira Nova, Passira, Salgadinho e Cumaru.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Prefeitura de Camutanga reabre inscrições para concurso público


A prefeitura de Camutanga reabriu o período de inscrições para o concurso público que oferece 118 oportunidades. Os interessados devem acessar o site do Instituto de Desenvolvimento Humano e Tecnológico (IDHTEC) até a quinta (8/9), e garantir a inscrição online. As taxas são de R$ 60, 80 e 120. Os salários variam de R$ 880 a 6,4 mil. As vagas são para cargos de níveis fundamental, médio e superior. As provas continuam agendadas para o dia 25 de setembro. Quem possui nível superior pode concorrer a um dos cargos para assistente social, analista de laboratório, dentista, enfermeiro, enfermeiro, farmacêutico, médico plantonista, médico, veterinário, nutricionista, procurador, professor de inglês, de matemática e de português, além de psicólogo.
Se possui nível médio de formação pode se candidatar às vagas para professor do maternal ao quinto ano, intérprete de libras, técnico de controle interno, técnico em enfermagem e auxiliar em saúde bucal. Há vagas de nível fundamental para agente de combate às endemias, cozinheira, merendeira, motorista categoria D, operador de máquinas pesadas, vigilante, agente comunitário de saúde, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de serviços urbanos, coveiro e gari. A seleção dos candidatos será feita por meio de provas objetivas de português e conhecimentos específicos. Para alguns cargos será realizada prova de títulos. (Imagem | Divulgação)

FONTE: BLOG DO AGRESTE

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Homem é morto durante o Desfile do 7 de Setembro em Lagoa de Itaenga

Foto: Divulgação.
Durante o Desfile do 7 de Setembro, um homem de identidade não revelada foi morto na tarde desta quarta-feira, na cidade de Lagoa de Itaenga. A vítima tocava surdo (uma espécie de tambor), quando foi baleado.

A vítima ainda chegou a ser socorrido para o Hospital da Restauração, no Recife, mas morreu a caminho. A polícia investiga o caso e as motivações do crime e até agora não há novas informações.

A importância da escolha de um vice

A atual situação política no Brasil é algo muito sério, e muitos brasileiros ainda não acordaram para a realidade. Temos agora no cargo um homem que foi eleito vice-presidente em 2010 e 2014, mas que com o segundo impeachment na história da jovem democracia brasileira, acabou assumindo a presidência da República em 31 de agosto de 2016. Nessa foto, vemos juntos, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).

Os problemas que levaram o Brasil à bancarrota, durante o governo da petista, junta-se com uma desconfiança geral com o relação ao peemedebista. Aliados de Dilma alegam "golpe" liderado pelo vice Temer, com a intenção de "tomar o poder ilegitimamente".

Temer, para essas pessoas, é "traidor" e golpista". Mas uma pergunta que não quer calar: Dilma não sabia que Temer nunca compartilhou ideais de esquerda, foi contra direitos trabalhistas importantes na Constituinte de 1988 e foi aliado fiel do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso? Como pode cobrar "lealdade" de alguém cuja ficha passada na política não inspirava confiança a uma chapa que deveria ser de esquerda?

Aquele nome que muitas vezes aparece menor, sem destaque, é o nome de alguém que poderá suceder o titular em caso de alguma eventualidade - destituição, renúncia ou morte -, por isso, esse nome deve ser levado a sério.

No Brasil, tivemos vários vices que assumiram a presidência: Floriano Peixoto, em 1891, assumiu com a renúncia de Deodoro da Fonseca. Nilo Peçanha, em 1909, assumiu com a morte de Afonso Pena. Delfim Moreira assumiu em 1918 com o falecimento de Rodrigues Alves. Café Filho assumiu em 1954 com o suicídio de Getúlio Vargas. João Goulart assumiu em 1961 com a renúncia de Jânio Quadros. José Sarney, em 1985, assumiu os destinos da nação com a morte de Tancredo Neves. Itamar Franco, em 1992, assumiu a presidência após o impeachment de Fernando Collor.

Um detalhe curioso em 1961 é que naquela ocasião, o presidente e o vice eram escolhidos em separado. Jânio Quadros, eleito presidente, tinha Milton Campos como vice, mas este foi derrotado. João Goulart foi o mais votado entre os candidatos a vice, deixando Milton Campos pra trás. Já o titular da chapa de Goulart, Marechal Henrique Teixeira Lott, perdeu a eleição presidencial para Jânio. Nessa época, o povo teve o direito de escolher até mesmo o sucessor do presidente - em caso de alguma eventualidade.

Muitos petistas, movimentos sociais, não queriam Michel Temer como vice. Mas o vício do PT em construir alianças escusas para garantir a "governabilidade" custaram o mandato da atual presidente. Em um momento de derrocada da economia, a "gerentona" perdeu o apoio do seu vice, que reclamava em ser "decorativo", fazendo com que o mesmo se aliasse a Eduardo Cunha (PMDB) e aos partidos de oposição como PSDB, DEM, PPS, PSB, SDD, entre outros, para derrubar a presidente.

Em tempo, é bom salientar que as mesmas denúncias que atingiram a presidente na qualidade de candidata, atingiram também o vice. Uma denúncia contra a chapa já foi encaminhada. Por isso, ainda acredito que novas eleições seriam o caminho correto, pois daria a chance ao povo escolher quem realmente deve ficar à frente dos destinos da nação. A ex-presidente e o atual presidente foram "sócios" em vários problemas que afetaram o Brasil. PT e PMDB foram partícipes nessa situação atual de caos econômico e político que vive o Brasil. É justo que o povo tenha o direito de escolha da solução.

Falando somente no impeachment, esse foi o segundo impeachment em 24 anos. Fernando Collor de Mello, empossado em 15 de março de 1990, foi destituído do poder dois anos e meio depois, por um processo de impeachment na época iniciado pelo PT - ironicamente, o partido da segunda presidente que sofreu o impeachment, Dilma Rousseff -, e na ocasião, quem assumiu, foi o vice Itamar Franco, que era do... PMDB, ironicamente o partido de Temer...

O Brasil precisa de uma reforma política, urgente. E seria bom que nessa reforma, se desse ao povo o direito da escolha do vice. Como acontecia em 1961. Hoje, o candidato põe um nome "goela abaixo" e este é eleito sem ter nenhum voto. Alguém "sem importância" que pode acabar assumindo o comando da Nação por alguma eventualidade...

Limoeiro mantém a tradição do 7 de setembro

Hoje é 7 de setembro, o Dia de Independência, e pudemos ver hoje nas ruas de Limoeiro várias entidades do Exército, escolas municipais, estaduais e particulares desfilando nas ruas principais da cidade - Avenida Severino Pinheiro e Praça da Bandeira -. A tradição continua de sairmos de casa para ver o desfile da Independência do Brasil, que aconteceu nessa mesma data há 194 anos.

O desfile em Limoeiro começou por volta das 8 da manhã, e contou com a presença de autoridades. Foram desfiles da Marinha, Exército, Bombeiros, escolas do município, do estado e particulares, tanto da zona urbana como da zona rural.

O Brasil, entre 1500 e 1822, foi colônia de Portugal, até o dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I declarou a independência da nossa nação, se tornando ele mesmo em seguida nosso primeiro governante - foi o primeiro imperador do novo Império do Brasil, que duraria até 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República, derrubando a Monarquia. 


Pedreiro mata ex-namorada por não aceitar fim do relacionamento em Limoeiro


No início da tarde desta terça-feira (6), por volta das 13h30, a autônoma Fernanda Santos Diniz, 24 anos, foi morta pelo ex-namorado com uma facada na região do abdômen. Segundo a irmã dela, a vítima estava desfiando meia no Loteamento Santana, em Limoeiro, onde morava, quando o pedreiro Carlos André Cavalcante da Rocha, 33 anos, chegou ao local e começou a discutir por não aceitar o fim do relacionamento. A irmã da vítima disse ainda aos policiais militares que eles estavam separados e constantemente Fernanda sofria ameaças de morte. Inconformado, o pedreiro teria sacado um canivete e desferido o golpe. A mulher chegou a ser socorrida por vizinhos para o Hospital Regional de Limoeiro, mas não resistiu ao ferimento e deu entrada sem vida. 

Horas depois o suspeito foi preso na porta do hospital. Segundo a portaria da unidade, ele teria ido buscar informações da ex-companheira. Carlos foi encontrado com um canivete na cintura durante abordagem policial e assumiu o crime. Ele foi autuado em flagrante por homicídio e em seguida encaminhado à penitenciária de Limoeiro. O corpo da jovem foi recolhido ao Instituto de Medicina Legal (IML), no Recife. Nas redes sociais, milhares de mensagens continuam sendo postadas por amigos e familiares, lamentando a violência. Na página pessoal de Fernanda as manifestações também são constantes. Ela deixou três filhos menores de idade. (Imagem | Reprodução Facebook)

FONTE: BLOG DO AGRESTE

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Henrique Filho acompanha ação de saúde visual que atende mais de 50 moradores de Limoeiro

Mais de 50 moradores de Limoeiro tiveram acesso a atendimento oftalmológico nesta terça-feira (11), durante edição do Projeto Quero Ver Bem,...