terça-feira, 9 de outubro de 2018
Gleide Ângelo surpreende com votação em Limoeiro
As eleições de 2018, com a contagem de votos em Limoeiro, trouxe uma surpresa: a delegada Gleide Ângelo (PSB) terminou sendo a quarta mais votada aqui na cidade, com 2.518 votos. A surpresa se dá pelo fato de que Gleide não teve apoio oficial de nenhum grupo político na cidade. Gleide, em Limoeiro, só não foi mais votada que Aluísio Lessa, Zé Nilton e José Humberto, e chegou até mesmo a vencer Juliana de Chaparral e Diogo Prado, que também tiveram apoio de vereadores de mandato. A delegada é respeitada em todo o estado por seu trabalho, e foi a candidata a deputada estadual mais votada nesta eleição.
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
Com 4 vereadores no palanque, Diogo fica na casa dos mil votos em Limoeiro
Com 1.087 votos (3,75%) nas urnas de Limoeiro, o vereador carpinense Diogo Prado (PSC) não conseguiu uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE). No estado, ele obteve 19.365 (0,43%). Nos bastidores políticos, palpites e apostas apontavam que Diogo alcançaria uma média de dois mil votos em Limoeiro. No palanque montado na cidade estiveram quatro vereadores: Zé Higino e Ciciu (ambos do PP), Beto de Washington (PROS) e Marcos Sérgio (PSD). Além desses, os suplentes Zé de Nena (PSB) e Tereza do Ônibus (PTB) também reforçaram o grupo político.
Prado foi um dos primeiros a lançar a pré-candidatura nas regiões da Mata Norte e Agreste. Pelo volume de campanha e número de políticos e lideranças que reuniu em torno de sua candidatura – passou a ter o nome apontado rotineiramente como possível eleito. Na abertura das urnas, o resultado foi bem diferente do planejado. Sem sucesso na disputa pelo parlamento estadual, Diogo Prado segue como vereador por Carpina. O mandato dele termina em dezembro de 2020. (Imagem | Divulgação)
Prado foi um dos primeiros a lançar a pré-candidatura nas regiões da Mata Norte e Agreste. Pelo volume de campanha e número de políticos e lideranças que reuniu em torno de sua candidatura – passou a ter o nome apontado rotineiramente como possível eleito. Na abertura das urnas, o resultado foi bem diferente do planejado. Sem sucesso na disputa pelo parlamento estadual, Diogo Prado segue como vereador por Carpina. O mandato dele termina em dezembro de 2020. (Imagem | Divulgação)
BLOG DO AGRESTE
Zé Nilton se fortalece como opção majoritária em 2020
O ex-vereador Zé Nilton, candidato a deputado estadual, mesmo sem conseguir a eleição, saiu vitorioso politicamente. conseguiu 3.337 votos em Pernambuco, sendo 3.028 só em Limoeiro, sendo o segundo mais votado na cidade, perdendo apenas para Aluísio Lessa, do PSB, e vencendo até mesmo José Humberto (PTB), que não conseguiu a reeleição.
Zé Nilton, com o resultado, se fortalece politicamente, pois sua campanha foi feita sem muita estrutura, contando apenas com pessoas voluntárias, amigos e parceiros. O bom resultado se dá também pelo fato de Zé Nilton ter mantido um bom trabalho social mesmo sem ter nenhum mandato no momento - foi vereador por quatro mandatos e perdeu a eleição para vice-prefeito em 2016, sendo derrotado.
Zé agora se fortalece como forte opção para terceira via, que não segue nem o prefeito Joãozinho (PSB) e nem o deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos). Mesmo Zé não confirmando, o comentário geral é que a eleição o fortaleceu para essa disputa.
Zé Nilton, com o resultado, se fortalece politicamente, pois sua campanha foi feita sem muita estrutura, contando apenas com pessoas voluntárias, amigos e parceiros. O bom resultado se dá também pelo fato de Zé Nilton ter mantido um bom trabalho social mesmo sem ter nenhum mandato no momento - foi vereador por quatro mandatos e perdeu a eleição para vice-prefeito em 2016, sendo derrotado.
Zé agora se fortalece como forte opção para terceira via, que não segue nem o prefeito Joãozinho (PSB) e nem o deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos). Mesmo Zé não confirmando, o comentário geral é que a eleição o fortaleceu para essa disputa.
Grupo liderado por Ricardo Teobaldo sai enfraquecido na eleição
O ex-prefeito e deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) foi reeleito deputado federal, mas isso apenas funciona como "prêmio de consolação", pois em Limoeiro, o grupo não conseguiu reeleger o deputado estadual José Humberto (PTB) - que perdeu inclusive para Zé Nilton (Avante) -, e ainda o próprio Ricardo teve menos de 7 mil votos em Limoeiro, diminuindo drasticamente sua votação de 2014, quando foi majoritário na cidade. O grupo ainda não conseguiu eleger Armando Monteiro, que também perdeu em Limoeiro.
Agora, além de ter apenas um deputado federal, o grupo tem apenas três vereadores (Luís Antônio e Daniel do Mercadinho (ambos PTB) e Robertinho Galvão (PSD). O grupo, se quiser almejar 2020, terá que se reinventar.
Agora, além de ter apenas um deputado federal, o grupo tem apenas três vereadores (Luís Antônio e Daniel do Mercadinho (ambos PTB) e Robertinho Galvão (PSD). O grupo, se quiser almejar 2020, terá que se reinventar.
Candidatos apoiados pelo prefeito de Limoeiro são majoritários
O resultado da apuração dos votos no município de Limoeiro fortaleceu o grupo da situação, capitaneado pelo prefeito João Luís (PSB). Todos os políticos apoiados pelo gestor municipal foram majoritários. Em Limoeiro, o reeleito Aluísio Lessa (PSB) obteve 4.212 (14,53%), enquanto João Campos (PSB), o mais votado no Estado, chegou a 10.494 (35,94%). Para o Senado, Humberto Costa (PT) com 12.503 (28,92%) e Jarbas Vasconcelos (MDB), com 11.082 (25,63%), foram eleitos na chapa do governador Paulo Câmara (PSB), que conseguiu a reeleição ainda no primeiro turno. Na cidade Princesa do Capibaribe, o socialista obteve 14.724 (56,88%).
No discurso de agradecimento, realizado ainda na noite deste domingo (7), na Praça da Bandeira, João Luís prometeu mais ações na cidade, por meio do Governo do Estado. Os resultados das urnas também sinalizam que o prefeito deve se comportar como pré-candidato a reeleição em 2020. A vitória em cima dos candidatos do deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos) animou a militância socialista. Teobaldo foi reeleito, mas em Limoeiro reduziu em mais de metade o número de votos, comparando com 2014. Em 2018, o ex-prefeito obteve 6.283 (21,52%). (Imagem | Reprodução Facebook)
BLOG DO AGRESTE
Paulo Câmara é reeleito
Essa é a segunda vez que Paulo derrota Armando, que também acabou pela segunda vez sendo atingido pela "maldição dos senadores" - ninguém foi eleito para governador estando no Senado. Agora, Armando encerrará o mandato de senador em janeiro próximo.
Paulo ainda conseguiu levar consigo a chapa de senadores, colocando lá os dois de sua chapa: Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB), que superaram a desconfiança pela aliança e deixaram pra trás Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), candidatos de Armando.
Além do governo do estado, o PSB conseguiu colocar como os mais votados nos cargos legislativos pessoas do partido: João Campos para deputado federal e a delegada Gleide Ângelo para deputada estadual. O partido ainda atingirá a marca de 16 anos no Palácio das Princesas, somando ao próximo mandato de Paulo, marca essa que nenhum partido atingiu em Pernambuco.
Em eleição marcada por guerra de ideologias, Bolsonaro e Haddad disputam o segundo turno
Na noite deste domingo (7), saiu o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. Haverá segundo turno, e a disputa será entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Será uma disputa marcada por ideologias, mais ou menos parecido com 1989.
Entre os 13 concorrentes, os dois presidenciáveis foram os mais votados nas eleições de ontem. Bolsonaro teve 46,05% dos votos válidos. Haddad somou 29,25% – a 0h com 99,89% das urnas apuradas. Os brasileiros voltam às urnas no dia 28.
Foi a primeira vez desde 1994 que a polarização PT-PSDB não se repetiu - Geraldo Alckmin não conseguiu se classificar para a segunda etapa.
Jair Bolsonaro tentará no segundo turno confirmar sua vitória, e o retrospecto lhe favorece. Desde a eleição de 1989, os pleitos que tiveram segundo turno - 1989, 2002, 2006, 2010 e 2014 -, todos os candidatos que saíram na frente confirmaram a vitória no pleito. Haddad terá que quebrar o tabu para poder virar o jogo e fazer algo inédito nos segundos turnos nas eleições presidenciais brasileiras.
Essa também promete ser uma disputa ideológica entre "direita" - representada por Jair Bolsonaro - e "esquerda", representada por Fernando Haddad, candidato do ex-presidente Lula. Quem levará a melhor?
Entre os 13 concorrentes, os dois presidenciáveis foram os mais votados nas eleições de ontem. Bolsonaro teve 46,05% dos votos válidos. Haddad somou 29,25% – a 0h com 99,89% das urnas apuradas. Os brasileiros voltam às urnas no dia 28.
Foi a primeira vez desde 1994 que a polarização PT-PSDB não se repetiu - Geraldo Alckmin não conseguiu se classificar para a segunda etapa.
Jair Bolsonaro tentará no segundo turno confirmar sua vitória, e o retrospecto lhe favorece. Desde a eleição de 1989, os pleitos que tiveram segundo turno - 1989, 2002, 2006, 2010 e 2014 -, todos os candidatos que saíram na frente confirmaram a vitória no pleito. Haddad terá que quebrar o tabu para poder virar o jogo e fazer algo inédito nos segundos turnos nas eleições presidenciais brasileiras.
Essa também promete ser uma disputa ideológica entre "direita" - representada por Jair Bolsonaro - e "esquerda", representada por Fernando Haddad, candidato do ex-presidente Lula. Quem levará a melhor?
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